Os olhares
As conversas
As músicas
Os filmes
As danças
Os risos
Os sonos
Os sonhos
Os abraços
Os carinhos
Os beijos
As frases
As mensagens
As cartas
Tudo.
O infeliz chegou.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Não coma a maçã
Insônia
Fome
Insofome
Insofome televisiva
Insofome televisiva feicibuquiana
Insofome televisiva feicibuquiana de tuíter
Telepatite celulônica
Aifonoóide androidênica
Galaximiose esmartefonepática
Tabletioide notebuqueste
Maçã mata
Matou Eva
Matou Adão
Maçã mata
Matou Eva
Matou Adão
Maçã mata
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Amém
É chegado o tempo. É chegado o momento. É chegada a hora. A hora de chorar, de rir, de pensar. E então gargalhar com os mais loucos pensamentos. Quem sabe com os mais insanos pensamentos. O tempo de viver, na concepção mais intensa da palavra. É tempo de brincar, pensar, voar, jogar. E então gargalhar com as quedas. É, esse tempo tem disso: quedas. Inconstantes. É hora de ouvir, falar, pensar. E então é o momento de dar risada de todas aquelas besteiras ditas. Frases inúteis, frases fúteis porém úteis. Frases. Apenas palavras. Anuncio vos: é chegado o momento de falar, pensar, chorar. E porque não rir do próprio choro? Porque não olhar-se no espelho, e rir de sua própria careta enquanto chora? Este momento é como a primavera, pois neste tempo, tudo renasce, porém tudo envelhece. Tudo se cria, mas tudo se perde. Muitas coisas nascem, enquanto outras morrem. Este é o tempo apropriado para pensar, sofrer, ler. E isso o faz apropriado para chorar. Chorar de rir. Gargalhar de tanto sofrimento, de tanta loucura que o mesmo momento, sempre repetido, traz. Loucos ou insanos viajantes, é chegado o momento de parar, pensar, escrever. E sorrir. E pensar. E rir de tudo aquilo que o fez sorrir, o fez pensar, o fez escrever. Ah, e claro, de cair lágrimas alegres de tudo aquilo que escreveu. E rir das coisas mais idiotas que escreveu. Rir daqueles erros medonhos, que o fazem achar que és medíocre. É tempo de pensar. É momento de pensar. É a hora de pensar. Pensar e fazer tudo o que pensou. Faça também o que não pensou. Faça. Ria. Ria do que fez, do que desejava fazer, do que não fez. Ria do que viu o outro fazer. Ria com a certeza de que não é mais divertido rir do que chorar. É o contrário. Afinal, não seria o choro o ápice do riso? É o tempo. É o momento. É a hora. Chegou o agora!
Lar Doce Lar
Caixa de som é suporte de telefone.
Cinzeiro é estojo.
Cama é guarda roupa.
Pufe preto.
Gaveta é casa de décadas passadas.
Cadeira de praia é guarda roupa.
Escada é guarda roupa.
Guarda roupa guarda pipa.
TV é mesa.
Mesa é guarda roupa.
Cadeira levanta ventilador.
Ventilador é enfeite.
Elefante é na escada.
Flor é na escada.
Barata é no banheiro.
Lacraia é no banheiro.
Pássaro é na gaiola.
Sexo é na caixa do celular.
Sexo é na gaveta.
Santa é atrás da TV.
Flor é atrás da TV.
Chave é atrás da TV.
Tapete é no quintal.
Bandeira é na borracha.
Coerência é na bunda.
Cinzeiro é estojo.
Cama é guarda roupa.
Pufe preto.
Gaveta é casa de décadas passadas.
Cadeira de praia é guarda roupa.
Escada é guarda roupa.
Guarda roupa guarda pipa.
TV é mesa.
Mesa é guarda roupa.
Cadeira levanta ventilador.
Ventilador é enfeite.
Elefante é na escada.
Flor é na escada.
Barata é no banheiro.
Lacraia é no banheiro.
Pássaro é na gaiola.
Sexo é na caixa do celular.
Sexo é na gaveta.
Santa é atrás da TV.
Flor é atrás da TV.
Chave é atrás da TV.
Tapete é no quintal.
Bandeira é na borracha.
Coerência é na bunda.
Dezesseis
Despertar e não reconhecer-se o mesmo de meses atras. Ótimo para quem se humaniza, péssimo para quem se normaliza. A nostalgia que nos leva aos momentos passados nos traz a percepção dos momentos presentes: quando você se encontra em um progresso, a satisfação te deixa deitar na cama e dormir. Mas quando se encontra em um retrocesso, esperança, desejo e saudade não te deixam descansar.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Promissora punheta
Todos querem um lugar ao sol mas se colocam sob o ar refrigerado. Assim é que começo escrevendo e termino punhetando. E não estou com vontade.
Macumba
Onipresente. Parece uma vida cíclica. Tudo igual. Tudo previsível, ainda que não se possa imaginar o desfecho. Em cada segundo eu sei quem vai estar lá. Em cada direção eu sei quem vai estar lá. Em cada minima expressão eu sei quem vai estar lá. E é assim que me condeno a nunca ter alguém aqui. Nem mesmo o Onipresente.
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